domingo, 17 de outubro de 2010

- Corpos Etéreos

Deveríamos olhar mais á nossa volta. Ver quem lá anda. Ver quem são e o que são, o que pensam, o que sentem e, mais importante, sabermos o que na verdade sentimos a relação a elas. Está na hora de promovermos o relacionamento humano, de esquecermos essas tantas diferenças justificadas (ou não!) que nos afastam cada vez mais uns dos outros. Está na hora de deixarmos de ser “etéreos” aos olhos daqueles que, directa ou indirectamente, fazem parte da nossa vida. Certamente que em cada dez que transformemos em “carne e osso”, pelo menos um se  hà de “aproveitar”, e isso fará toda a diferença…

                                                                                (A continuar…)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Longe de Casa

Como fiel nativo de caranguejo que sou, não aprecio nada ficar longe de casa. Se é em férias, tudo bem, “espectáculo!!!”, agora… em trabalho, ó meus amigos! Detesto! É… esta semana, na outra, na próxima também e, -isto se eu tiver mesmo muito pouca sorte- também na outra (ufa!), andarei por estas bandas, por esta longínqua zona de Sintra. É, eu sei, isto até é bonito e coisa e tal, mas é assim… a minha casa é a minha casa, e as minhas coisas, são as minhas coisas. Ponto. Bem, tudo isto para vos dar a desculpa ― que funciona também de justificação para mim próprio ― do porquê de andar um pouco desligado cá do cantinho, deste meu cantinho que tanto gosto de “cultivar”.
Mas vou tentar cá passar de vez em quando, quanto mais não seja para me lamuriar (uma e outra vez) do facto de andar longe de casa, coisa que detesto, sabiam? … (risos).

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

- Olha...

Ainda reparas nas cores da Vida?

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

- Raspanete de Deus

Nunca lhe perguntei, pelo menos assim de “lata”, mas penso que Ele desconfiou sempre das minhas reais intenções durante as inúmeras conversas que temos mantido quase diariamente. Resisti sempre, confesso, mas cada vez mais, acredito, penso que está a chegar a hora de Lhe fazer “a pergunta” cara a cara. E vai ser num destes dias. Então, de que falo? Falo de religião e, mais concretamente, da religião de Deus. Afinal, ― e esta é a questão que Lhe quero colocar pessoalmente ― qual é a verdadeira religião de Deus? No meio de tantas e de tão diferentes que existem espalhadas pelo globo, qual será a “tal” que Ele reconhece como Verdadeira, como Sua? Será Ele católico ou Testemunha de Jeová? Será que Ele é o próprio Buda ou o Alá em “pessoa”? No “Quê” ou em “Quem” Ele acredita que se aproxima mais de Si e da Sua Vontade? É, quero saber a Sua resposta pela sua própria boca, e menos do que isso, é mais do mesmo. Estou cansado dos discursos de venda que têm feito em Seu nome recorrendo sempre a nomes diferentes. Porquê? Não é por pura curiosidade, acreditem, mas sim pelo facto de eu próprio andar perdido no emaranhado destas “teias religiosas”, em que todas elas reivindicam a própria “Verdade Absoluta” e eu, claro, prá aqui sem saber para onde me virar! Espero que Ele não me leve a mal, mal era, pois Ele sabe que acredito e sempre acreditei N´Ele, caso contrário não falaria sozinho para uma parede! Preciso dessa resposta para saber por que lado devo torcer, que “equipa” devo apoiar, qual o partido que não devo julgar e criticar para não cair em pecado. Por favor, alguém está disposto em me adiantar a resposta? Quem de vós me ajuda a poupar-me de levar um “raspanete divino” por querer saber demais? Pois… ficarei á espera. Em conclusão, quero-vos dizer que Sou um apoiante do BEM, um Ser de Luz, mas, pelo menos para algumas religiões, isso não basta porque, segundo “eles”, tem que existir uma “ideologia” além da importância da “pessoa humana” ou um “bem divino” em jeito de “Causa Suprema” para sabermos por “que” estamos a lutar; Damos assim a ideia que a Humanidade é apenas uma causa secundária a preservar, sendo o “invisível” o mais importante… Costumo dizer a mim próprio, e agora também o digo a esses “filiados”, o seguinte: Costumo travar as minhas lutas em nome do “Bem Comum”, e isso para Ele é o bastante, mas para nós, simples humanos, isso está longe de ser “Verdade”…

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

- U2 360º

"Um concerto de Rock pode mudar o Mundo..."

                                                                                                                                                                                                "Bono Vox"

domingo, 26 de setembro de 2010

- Aparências

Confias sempre em tudo aquilo que "comes"?

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

"O Corpo (ás vezes) Mente"

Gostava mais de aparentar ser aquilo que realmente sou e de ser menos aquilo que aparento ser, em algumas ocasiões, claro. Para que saibam, não me considero um cínico mas, de quando em vez, dou comigo a julgar-me, a penitenciar-me por algo que disse ou que fiz e que, nem de longe nem de perto condiz com a verdade, pelo menos aquela que trago comigo. É. Gostava de ser mais transparente, de mais fácil “leitura”, pelo menos para aqueles que me são importantes e que, muitas vezes, “levam” com a face do meu “outro” na cara. Embora esta “explicação” roce a ideia da “desculpa”, ela pretende ser tudo menos isso. Sei o que sou, sei quem sou, e quem não “quiser”, olhem, que não me ature. Não carrego arrependimentos às costas do que disse ou podia ter dito a este ou àquele, seja ele mais próximo ou mais afastado do peito. É pena, mas é a mais pura das verdades. Sou da opinião que devemos assumir os nossos erros, mas não devemos andar com eles atrás como um peso morto a empestar-nos o ar…. Esta forma de estar, (retomando agora um pouco o fio á meada) penso que não é mais que uma questão de hábito, mau neste caso. Habituei-me demasiado ao “espírito crítico”, ao espirito do "deita abaixo" quando vejo um fresta que seja, isto um pouco talvez por “defeito profissional”.... não sei. Sei que me tornei demasiado “picuinhas”, exigente com os outros, demasiado exaustivo na argumentação de um “ponto”, mesmo quando esse “ponto” é completamente irrelevante. Ponho-me sem razão na posição de rei e senhor da verdade mesmo quando estou completamente errado. Deixei de ouvir, e pior, deixei também de escutar. Costumava ser tão bom nisso, tão sensível a isso… Cheguei á conclusão que não o faço para “parecer mais” do que aquilo que sou mas, efectivamente, é isso que aparenta, inclusive quando me revejo ao espelho. É uma imagem demasiado dura essa que hoje vejo. É uma imagem que eu quero acreditar ser mentira, pois acredito mais na minha “essência”. Sei que sou muito boa pessoa, de bem com a vida e com os outros. Sei também que sou tolerante e compreensivo, e de egocentrico não tenho nada…
Então por que raio é que aparento ser exactamente o contrário?
É... o corpo ás vezes mente...

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

- Coincidência?

Hoje, ainda dia de aniversário de casamento, eu e a minha mulher tivemos uma agradável surpresa. Passo a explicá-la, e depois digam-me ou não se não existem coincidências mesmo incríveis. Reparem: Hoje ao final da tarde andava eu a deambular pela internet á procura de um restaurante diferente para ir jantar quando, assim do nada, me lembrei que há cerca de um mês recebi um convite de aniversário de uma querida amiga que já não via há cerca de um ano e tal. Por qualquer razão recordei (o que não é costume) o nome do restaurante que ela escolhera para a festa: “O Bem Arranjadinho” em Leça. Infelizmente na altura, e por razões profissionais, não pude ir á sua comemoração. O facto de nunca estar com esta minha amiga não impede que tenhamos um contacto frequente por telemóvel e, sem excepção, em todas as chamadas na altura do “beijinhos” fica a promessa de um cafezinho ou um jantar para um dia destes. Enfim… daquelas coisas que vocês tão bem conhecem. Resumindo, e voltando um pouco atrás na história do dia hoje, dizia eu que me tinha lembrado do nome do restaurante e, para confirmar se realmente valia a pena lá ir hoje comemorar o meu aniversário de casamento, resolvi ligar a essa minha amiga. Chamou, chamou, mas ela não me atendeu. Resolvi arriscar, e lá fui eu para Leça. Coincidência das coincidências, e é aqui que o Mundo nos “troca as voltas”, cinco minutos depois de estar sentado, eis que essa minha amiga entra no restaurante acompanhada do marido e do seu bebé! E eu que já não a via há um ano e tal e que lhe tinha telefonado trinta minutos antes a perguntar daquele mesmo restaurante! Que coincidência! Era muitissimo improvável eles lá irem hoje, porque costumam frequentar aquele lugar apenas esporadicamente e nunca durante um dia da semana! Hoje foi uma excepção!
Cerca de uma hora depois, após um jantar romântico a dois, juntamo-nos a eles numa outra sala onde eles já tomavam o seu café, e claro, passamos um final de noite muito agradável.
Agora que penso nisto, não posso também deixar de pensar no porquê… Sim, porquê que deixamos passar tanto tempo para estarmos juntos daqueles de quem gostamos e que também gosta de nós?

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

- Quatro Anos

Hoje completo quatro anos de casado. E sim estou feliz, muito feliz contigo. Neste dia, á semelhança do dia de passagem de ano, poderia aqui e agora dizer que iria mudar muitas coisas na minha vida para que o nosso casamento “funcionasse” melhor a partir deste momento. Mas não, não o vou fazer. Olhando para trás, para este nosso curto, porém intenso passado juntos, acredita que consigo dizer de cor todos os momentos onde falhei contigo, onde podia ter feito mais e melhor pela nossa relação mas, para que saibas, não me arrependo de absolutamente nada. Desculpa-me por isso. Hoje, passados quatro anos, não carrego quaisquer ressentimentos por mim próprio, porque sempre, sem excepção, deixaste-me ser autêntico, verdadeiro, inclusive naqueles momentos menos bons, e foram tantos, como sabes…. Aceitas-me como sou, mais de que eu próprio me aceito, e isso é incrível, acredita. Obrigado por isso. Obrigado também por seres assim, sempre verdadeira, sempre tu, sempre aquela por quem me apaixonei, sempre aquela dona de todos “aqueles feitios” que por vezes me levam á loucura e que eu tanto amo…
Para que saibas, este texto não pretende ser uma declaração de amor. Como sabes não tenho muito jeito para “falar publicamente” dos meus sentimentos e, tão pouco, da nossa relação. Mas, mesmo assim, acrescento o seguinte…
És a minha mulher, e se quiseres… para sempre.




Amo-te

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

- Circo da Vida


Hoje vi uma coisa que mexeu um pouco comigo. Não me perguntem de que forma, porque eu próprio não sei bem explicar. Sei apenas que aquela simples visão me trouxe de “volta á Terra” quando, segundos antes, voava a quilómetros de altura na tentativa de me distanciar de alguns pensamentos e preocupações que me assolavam o pensamento. Horas depois daquela cena, ainda não encontro explicação para aquele sentimento, para aquele “bom sentimento” ainda por descrever. De alguma estranha maneira, aquela imagem, na sua crua simplicidade, devolveu-me a paz de espírito de que já andava a reclamar desde manhã bem cedo.
Aconteceu de tarde. Foi num vermelho de um semáforo, e não demorou mais que um minuto. Foi tempo mais que suficiente. Quatro carros á minha frente e na linha continua que dividia a minha faixa com a outra do lado esquerdo, estava ela. Era uma jovem indiana entre os dezoito e os vinte. Estava ali para pedir. Até aí tudo normal, pensei eu, e foi precisamente aí, na indiferença a que infelizmente me habituei a quem pede esmola na rua, que fui “surpreendido”: Enquanto os condutores, eu inclusive, aguardavam impacientemente pela autorização do verde para avançarem, eis que esta bonita indiana bem vestida á tradição do seu país começa, e para minha enorme surpresa, a fazer malabarismo com cinco objectos no ar! Para meu espanto, e mesmo á distância, vi que eles eram atirados alto e com a destreza de uma profissional de circo...Que maravilha! E que bem que eu estava ali a assistir ao "seu momento", ao seu escasso e repetitivo minuto de trabalho honesto para quem o quisesse ver. Ali estava ela, de certeza já a horas a fio, a lutar pelo reconhecimento de um estranho, sem a venda na cara, sem exigências, sem chantagem emocional, apenas com um chapéu ao pé para quem quisesse á passagem dizer o seu "obrigado"... e fazia-o com um enorme sorriso, com enorme prazer, tudo por ela, pela provável moedinha sem valor que eu trazia no bolso esquecido da calça…
Acreditem... foi um "momento".
"Agora que descrevo esta cena, não me parece que deva ter pena desta mulher, como depois pensei que deveria ter. Tenho, isso sim, admiração, respeito e, acreditem ou não, alguma inveja, pois todos nós somos "malabaristas" do circo da vida mas, claro, nem sempre com orgulho..."

terça-feira, 7 de setembro de 2010

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Buraco de Fechadura


Existem pessoas que pensam que sabem tudo sobre a nossa vida apenas e só pelo facto de terem tido a oportunidade de dar uma espreitadela de "cinco segundos" pelo “buraco da fechadura” da nossa “casa”. Para eles, para esses tais “artistas”, esses escassos "segundos" são tempo mais que suficiente para, sem grande margem de erro, parte por parte, pedaço por pedaço, dissecarem toda a nossa vida. É. São, ou pelo menos pensam que são, muito inteligentes nas conjecturas e leituras que fazem sobre a vida de alguém que apenas lhes "passa á frente dos olhos". Desta forma, e penso que não há outra, e sem me ensaiar muito, sinto-me quase tentado em os intitular de “Iluminados”, ou mesmo de “Abençoados”, isto pela graça que Deus lhes deu da dita “Visão”, (da quarta, nestes casos). Para que saibam, respeito muito as "ciências ocultas" e, em muitas delas, acredito. Para que não haja confusões, não me estou a referir a nenhuma delas e, muito menos, às pessoas que as praticam.
Para terminar, assim a jeito de encerramento de assunto, pensei no seguinte: Para que isso não me aconteça mais, equacionei muitas hipóteses, mas apenas vou considerar duas: Plano um: Fechar a minha casa á chave, tendo o cuidado de deixar a respectiva chave na fechadura da porta como medida de “prevenção” a olhares indiscretos ou, e confesso que estou mais inclinado para este lado: Plano dois: Abrir uma janela.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Cabeças de Vento


Se nos fosse dada uma lupa, uma daquelas especiais que ainda não existem mas que se existissem dariam para ver em pormenor o "interior" de uma pessoa, certamente que, e sem muitas reservas, confirmaríamos muitas das nossas suspeitas de que muitos daqueles que conhecemos são completamente e irremediavelmente vazios de "conteúdos" e "princípios" ditos por nós "importantes". Digo isto com alguma pena, confesso, mas, tal como a vocês, também a mim me calham alguns "cabeças de vento" que eu, mesmo sem a tal "lupa especial", topo á distância, distância essa às vezes curta demais para o meu gosto. Muito por força dos "contratos sociais" a que somos obrigados todos os dias, esse nosso contacto, essa nossa necessária troca de ideias é necessária e inevitável e, quanto a isso, nada podemos fazer, mesmo que o queiramos muito. Gostaria que assim não fosse, acreditem. É uma pena que tenhamos de fingir, que tenhamos de imitar uma outra pessoa que não nós próprios em nome do bom funcionamento de uma “relação”, seja ela pessoal ou profissional…
Aposto que, se de um momento para o outro, disséssemos tudo o que pensamos sobre algumas dessas pessoas que forçosamente fazem parte das nossas vidas, logo ali, na hora da verdade, muito se perderia, muito cairia por terra, levando ao fundo grandes “construções” que demoraram muito a pôr de pé; Mas aposto que depois dos “destroços”, mesmo cobertos pelo “pó” e feridos pelos “escombros” que nos caíram em cima, sairíamos com a alma mais limpa, mais verdadeira, e livres de qualquer ressentimento por nós mesmos…

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

- Cerveja, Uma Amiga


Decidi hoje falar-vos de uma querida amiga. É uma amiga que está sempre presente nos momentos mais alegres da minha vida, e cuja companhia não dispenso: A Cerveja.

Como tenho ouvido várias acusações á sua "personalidade" e o como ela pode ser uma companhia prejudicial a quem andar com ela pelo beiço, aqui vos deixo um estudo que, de certeza, acabará com todos os vossos receios.


- Estudo sobre o impacto da cerveja
1. A CERVEJA MATA?
Pode. Há uns anos, um rapaz, ao passar pela rua, foi atingido por uma caixa de cerveja que caiu de um camião levando-o a morte instantânea. Além disso, casos de enfarte do miocárdio em idosos teriam sido associados a publicidade a cervejas com modelos de belas mulheres...


2. O USO CONTINUADO DO ÁLCOOL PODE LEVAR AO USO DE DROGAS MAIS PESADAS? Não. O álcool é a mais pesada das drogas: uma garrafa de cerveja pesa cerca de 900 gramas .


3. A CERVEJA CAUSA DEPENDÊNCIA PSICOLÓGICA? Não. 89,7% dos psicólogos e psicanalistas entrevistados preferem whisky.


4. MULHERES GRÁVIDAS PODEM BEBER SEM RISCO? Sim. Está provado que nas operações STOP a polícia nunca faz o teste do balão às grávidas. E se elas tiverem que fazer o teste de andar em linha recta, podem sempre atribuir o desequilíbrio ao peso da barriga.


5. A CERVEJA PODE DIMINUIR OS REFLEXOS DOS MOTORISTAS? Não. Foi feita uma experiência com mais de 500 condutores: foi dada uma caixa de cerveja para cada um beber e, em seguida, foram colocados um por um diante do espelho. Em nenhum dos casos os reflexos foram alterados.


6. A BEBIDA ENVELHECE? Sim. A bebida envelhece muito depressa. Para se ter uma ideia, se se deixar uma garrafa ou lata de cerveja aberta, ela perderá o seu sabor em aproximadamente quinze minutos.


7. A CERVEJA CONDICIONA NEGATIVAMENTE O RENDIMENTO ESCOLAR? Não, pelo contrário. Algumas universidades estão a aumentar os lucros com a venda de cerveja nas cantinas e bares.


8. O QUE FAZ COM QUE A BEBIDA CHEGUE AOS ADOLESCENTES? Inúmeras pesquisas têm vindo a ser feitas por laboratórios de renome e todas indicam, em primeirissimo lugar, o empregado de mesa.


9. A CERVEJA ENGORDA? Não. Tu é que engordas.


10. A CERVEJA CAUSA PERDA DE MEMÓRIA? Que eu me lembre, não

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

- Uma Mão Cheia


Estou em crer que se perguntasse a cada um de vós que me visita neste blogue “quantos amigos (e quando falo de amigos, refiro-me àqueles importantes, os tais do peito), é que efectivamente têm”, aposto que a grande maioria não hesitaria muito em contas e, em dois segundos, me acenaria logo com uma mão cheia deles ou, infelizmente, menos do que isso. Pergunto-me: Porque será? Porque será que no que diz respeito à amizade temos tão pouco, consideramos tão pouco? Sim, é um facto que no universo de centenas de pessoas que fazem parte das nossas vidas, apenas e só meia dúzia se aproveita para criarmos os tais “fortes laços”. Será que somos assim tão exigentes no que diz respeito aos “predicados” dos potenciais “candidatos”? Será que, de forma a respeitarmos a média da “mão cheia” da grande maioria, não nos queremos desviar do “normal”, do conceito do que é “natural ter” para cada um? Parece-me até que, pelo menos para alguns, a ideia de que alguém possa ter muitos amigos é quase como lhes dizer que “esse alguém” das duas, uma: “Não possui critérios de avaliação de personalidade rigorosos” ou, também muito provável, “é muitíssimo carente por atenção e, dessa forma, qualquer um pode “entrar” sem muito para oferecer…”.
Não sei… O que vos parece? O que é que é preciso ter, ou melhor, o que é preciso Ser para conquistar a vossa amizade? Ainda existe espaço para mais um Amigo na vossa vida, ou as “inscrições”para tal já se deram por encerradas por falta de dedos na mão?

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Ufa!!!


Ando cansado, e as férias, essas, são só para Novembro! Muito á custa desta história de ser músico de casamentos, nem um mísero de um fim de semana consigo aproveitar para pôr os pés de molho e a barriga ao Sol. É, tem sido assim já a uns meses, já a uns anos…


Enfim, mas não me queixo, nem me posso queixar!
Sei também que aqui o bloguinho tem sido uma vítima, pois tem andado assim um pouco para o “desinspiradito” por culpa do tempo, como já referi; Mas prometo, desde que o relógio seja um pouco mais generoso comigo e me dispense um tempito extra, dedicar-me um pouco mais a ele, ou a mim, neste caso…

domingo, 15 de agosto de 2010

- Bocados de Fé


Já o referi em alguns textos anteriores, mas nunca é demais voltar a falar disso: Não, não sou uma pessoa que deposita a sua fé em instituições ditas “sagradas” e em religiões que apregoam a tal “Verdadeira Vontade de Deus”. Sim, sou um homem de fé, indiscutivelmente, mas a religião institucionalizada, independentemente da que quer que seja, é algo que me diz muito pouco, isto para não dizer, quase nada. Os que me conhecem pouco, em conversa sobre o tema, claro, desconfiam deste meu “desvio espiritual”, mas aqueles que me conhecem bem, como é o caso da minha mãe por exemplo, têm este facto como um facto, como uma certeza absoluta, e infelizmente, pelo menos para ela, irremediável. Não sou religioso, e não há cá voltas a dar. Pois bem; Acontece que hoje, Domingo, a minha mãe veio almoçar cá a casa mas, com ela, assim a jeito de lembrança de “vê lá se mudas o teu coração em direcção á Verdade” veio também a imagem da Nossa Senhora de Fátima estampada num bocado de madeira com uns dizeres característicos. Foi uma prenda, foi um gesto de Amor... Se gostei? Sim, gostei, mas, (e isto é importante) só e apenas pelo facto de ela ter sido oferecida pela minha mãe. É que, sabem… Acredito que aquele pequeno e insignificante pedaço de madeira traz com ele a fé, a esperança, o amor incondicional que ela, a minha mãe, tem por mim, e isso basta…
Foi um presente maravilhoso …

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Asas?! Para Quê?


Não percebo, a sério que não. É injusto, isto para não dizer - e já dizendo - quase cruel. Para quê? Por quê? Por muito que tente, não consigo entender…; É verdade que quando as vejo chego até a ter pena, não do mesmo tipo do que as delas, claro, mas sim daquela que nos fere fundo o coração. Se me pusesse no lugar de qualquer uma delas, isto se eu conseguisse, seria, com toda a certeza, uma infeliz, uma frustrada para a vida toda. Já viram bem? Conseguem sequer imaginar? Ter asas, feitas de penas “originais” como as demais que habitam os céus e, mesmo assim, não conseguir voar? Mas que raio! Se as outras aves também as têm e voam, por que razão ela, a coitadinha da galinha, não pode? Porque é que não consegue? Não faz qualquer sentido! Então porque é que as têm? Porque é que são aves? Não vos parece que “esse alguém” que a criou tem um sentido de humor um tanto ou quanto… irónico? Enfim…, Ah! E não me façam falar agora também das avestruzes e, já agora, coitadinhas delas também! Pois a essas foram-lhes dadas asas (que por sinal também não voam) e, como "bónus adicional", uma mini cabeça para enfiar num buraco do chão...
Existem coisas na vida que não fazem muito sentido, assim como este texto, provavelmente....

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

- Gone (U2)

Eu sei que a qualidade da vestimenta aqui dos rapazes é, no mínimo, discutível... Mas a música, esta que vos trago, é qualquer coisa de excepcional! Não acham?

domingo, 1 de agosto de 2010

Promessa Renovada


Às vezes esqueço-me do quanto gosto de estar em grupo e entre amigos. Quando me divirto muito, tanto como aconteceu esta tarde no Parque da Cidade do Porto, costumo sempre dizer que o tenho que fazer mais vezes. Mas, infelizmente, e por culpa das desculpas habituais e das tantas razões "urgentes" que existem mas que por culpa da minha fraca memória nunca me lembro quais foram, são cada vez menos as “abébias” que dou a mim próprio para este tipo de programa. Mas, enfim, o que importa é que hoje me diverti, e muito, e por isso, assim a jeito de puxão de orelhas a mim próprio, aqui deixo a “promessa” renovada: Vou fazê-lo mais vezes!
Obrigado