quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

- Ano Novo, Gripe Velha

Seis dias passados e parece que finalmente estou a regressar da "terra dos mortos". Não tenho memória de um gripe tão forte...e mesmo ainda com tosse, com a voz ainda a aranhar, com o nariz vermelho do pingo, amanhã, contra tudo e contra "todos", lá terei que estar a 100% para animar cerca de trezentas pessoas. Já pensei em tentar adiar esta festa de ano novo para dia 3 de Janeiro para ver ser recupero... mas penso que ela perderia a piada toda por não ter sido festejada no dia 31... (risos)

Bom 2011 Para Todos!!!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

- Certo ou Errado?

Ultimamente tenho-me debatido com as questões do que é o “certo e o errado”. O que é realmente o “certo”? O que é realmente o “errado”? Aparentemente estas questões são de fácil resposta porque, afinal, diriam muitos de vocês, “o certo é o fazer o bem” e “o errado é fazer o mal”. Ok, parece-me uma boa resposta. É simples, é lógico, e faz sentido. Mas, e sem querer ser chato, esta resposta leva-me a levantar uma outra questão: Afinal, o que é o Bem? E, já agora, o que é o Mal? Com que bases é que julgamos o valor do certo e do errado? O que nos leva a dizer que determinado comportamento representa o Bem e um outro, contrário neste caso, representa o Mal? Aonde fomos nós buscar essa forma de “olhar”, essa forma de avaliar pessoas e os seus comportamentos, esse poder que detemos de julgar as questões morais com que a (maioria) da nossa sociedade se identifica e põe até em funcionamento legal? Será que matar alguém é errado? E se for para defender uma nação? E aí? Passa a certo? ; Roubar é mau? E se for para comer? Já será “Bom” fazê-lo? Será a condição de “certo e errado” uma ideia relativa e subjectiva conforme as condições envolventes? Estou certo que sim.
Olhando para estas questões de um outro ângulo, estou convicto que a maioria dos valores que tomamos como sendo certos ou errados foram-nos deixados como herança dos que por cá passaram. Fomos crescendo com a ideia que “isto” é mau e que “aquilo é “errado”, com base naquilo que outros outrora disseram e pensaram. Isto leva-me a questionar o meu EU; Como é que EU "olharia" para o certo e para o errado, para o bom e para o mau, se não tivesse como meu guia essa “consciência herdada” dos meus pais e avós; Se EU não fosse influenciado pelo meu passado e pelas pessoas que me incutiram esses valores, quem na realidade seria EU? Quais seriam as minhas bases, quais seriam os meus princípios como pessoa e como ser-humano que age e interage com outros seres-humanos?
Muitos de vós poderiam me acenar com a imagem da Eva e do Adão a comerem uma maçã mas, e perdoem-me por isso, nem de longe nem de perto me convenceriam que seria “dali” que vêm as directrizes correctas. (E “isto” leva-me a divagar para um outro lado da coisa…)
Se me permitem, quero aqui também levantar outras questões acerca do Mal e do Bem.
Na realidade, nesta questão de “princípios”, penso que não estamos a ver a “Big Picture” da coisa… É que, e não me levem a mal por isto, sou da opinião que Tudo é necessário para o nosso equilíbrio, para a nossa evolução, inclusive o “errado”, inclusive o “Mal”. Sou da opinião que o Deus que construiu o Céu também construiu a Terra; o Deus que fez o Alto também fez o Baixo; Ele, que fez o Bem, também fez o Mal (sim, porque se Ele é o Criador de Tudo, Ele é o Criador de Tudo). E não, não sou da opinião que Ele “planta maçãs podres” para nos envenenar e depois, como castigo, nos amarrar eternamente no Inferno por isso. Sou, isso sim, da opinião que Ele deixou-nos TUDO para que pudéssemos experimentar TUDO e, dessa forma, descobrimos pelas nossas escolhas (sejam elas quais forem) a Verdade de Quem Realmente Somos. Acredito piamente que a nossa missão na Terra é termos consciência de “Quem Somos”, e para isso, precisamos de “experimentar” a Terra. Partindo do principio que esta “minha” teoria é válida, proponho que analisem estas considerações.
Reparem: De forma a “ajudar” os Seres Humanos a saber Quem Realmente São, Deus criou o Mundo pela “regra” da dualidade das coisas. Para que pudéssemos escolher, tudo no Mundo teve direito a duas faces. (Alto/Baixo; Quente/Frio; Molhado/Seco; Dia/Noite; etc. ….) Ora bem, de forma a conhecer-me melhor, EU não poderia dizer que gosto mais da Água do que do Fogo se nunca tivesse experimentado o Fogo. Não poderia dizer que gosto mais do Seco do que do Molhado se nunca tivesse experimentado o molhado. Isto quererá dizer que o “Molhado” é mau? Quererá dizer que o “Fogo” (que experimentei para descobrir que o meu EU gosta mais de Água) é mau? Reparem: Pelo facto de dizer que sou Bom, não precisarei “eu” de conhecer o Mau? Não precisará o “Mau” de existir para que eu o saiba reconhecer e aí então optar pelo “Bem” (ou não!)? Isto quererá dizer que o “Mau” é mau? Não necessitei “eu” do “Mau” para descobrir que sou Bom? Não será o”Mau” e o “Errado” necessários á nossa experiência (e quando digo nossa experiência refiro-me, obviamente, á experiência da Humanidade) para descobrirmos e experimentarmos o “Bom” e o “Certo”? Não será o “Mau” um “Bem” necessário para a nossa evolução pessoal e interpessoal?
Não precisarei EU de conhecer o frio para saber que me sinto quente? Agora multipliquem mentalmente este princípio pelas milhares das experiencias humanas ao nosso dispor, e aí sim, ficarão com uma vaga ideia daquilo a que me refiro. (E não, eu não fiz as contas).
Acredito que a Vida existe para que o ser humano se crie e recrie através dos “elementos” existentes. As escolhas (Boas e Más) servem para nos dizer Quem Nós Realmente Somos, e só apenas através da experimentação desses “elementos” podemos, todos os dias, nos definirmos e redefinirmos. Para sabermos Quem Somos, primeiro precisamos de saber Quem Nós Não Somos… ou Não?
Para que conste, eu sou “Bom”… pelo menos pelos termos do que a sociedade reconhece como “Bom”…
Claro que se eu vivesse no “Inferno”, o “Bom” seria “Mau”…(mas isso já é outra questão).

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

- Pensamentos

 "Infelizes os homens que têm todas as ideias claras."

                                                                                                              (Pasteur)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

- Negócio: Amizade

Nem tudo o que parece é. Numa altura em que a vida se tem revelado cada vez mais difícil a vários níveis, a procura de “novos” valores tem aumentado significativamente. A amizade, o convívio, as “pequenas coisas” têm ganho outra dimensão, uma importância que até há pouco tempo não tinham. Para muita boa gente, essas novas relações/prioridades funcionam quase como uma espécie de refúgio, uma espécie de álcool que, de tanto consumir, os leva a um estado de “embriagues emocional” fazendo-os muitas vezes, nem que seja por breves momentos, esquecer os problemas quotidianos que lhes consome a alma. Não vejo mal nenhum nisto mas, ao mesmo tempo, não posso afirmar que tudo isto é certo. O aproveitar-se do outro, o servir-se do outro para alimentar uma "falha" no seu equilíbrio, é errado, muito errado. O "ombro amigo" hoje em dia é um conceito ultrapassado, em desuso, sem valor. Hoje o mundo está diferente, e o que antes era gratuito, hoje em dia vem em "folha de contrato" e já com quota na Bolsa. Muito friamente, acredito que a maioria das relações entre pessoas é construída com uma base de “negociação” de valores: “O que eu tenho para te oferecer e o que tu tens para me oferecer”. É um “jogo” de interesses se quiserem, e se serve como desculpa, acredito que, muitas vezes, ele seja jogado de forma despropositada; Mas o que é...é o que é; e isso é o que realmente conta.  Quase tudo funciona na base do que “tu me podes proporcionar para este meu momento, e o que aquele poderá fazer por mim naquele momento que há-de vir.” E é assim meus caros que as relações decorrem e prosperam até que uma das partes já não tenha mais “valores” de valor para oferecer; E porque o que é gratuito tem menos valor, aí começa de novo a procura de novos negócios, novas parcerias, novas trocas de interesses.
Sei que este texto revela um certo azedume da minha parte mas, pelo menos neste momento, é isto que penso, é isto que sinto em relação àquilo que assisto no mundo. 
Para que saibam, não mantenho qualquer tipo de “negócio” com nenhum dos meus amigos (nem conheço, entre eles, quem os tenha) e por isso, sou um privilegiado por ter "tudo" quando espero o "nada". Mas também vou tendo algumas desilusões, porque, sabem... Contrariamente á minha vida profissional, pessoalmente sou um péssimo negociador (talvez por não saber reconhecer quando o "outro lado" está (ou não) a negociar) e é  provavelmente por isso, felizmente, que perco tantas oportunidades neste novo negócio da “amizade”.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

É...

"Só há dois dias em que é impossível fazermos algo: Ontem e Amanhã..."

                                                                                                  (Paulo Coelho)

domingo, 28 de novembro de 2010

- Caderneta de Cromos

Neste passado sábado fui ao Coliseu do Porto assististir ao espectáculo "Caderneta de Cromos", espetáculo esse protagonizado, como não poderia deixar de ser, pela magnifica equipa das "Manhãs da Comercial"
Só duas coisas a dizer: "Do que estes gajos se vão lembrar! " e "Muito, muito Bom, mesmo!" 

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

- Caminhada Imprevista

Hoje fiz algo que me é completamente incaracterístico. Fui caminhar. Quando saí do quarto do hotel onde me encontro aqui em Setúbal, tinha quase tudo em mente, menos andar a pé durante uns bons 60 minutos. Um cafezinho num lugar simpático onde pudesse também fumar o meu cigarro era a ideia, mas, por qualquer razão, não encontrei nenhum estabelecimento aberto para levar este meu plano avante. Enquanto caminhava insistente á procura de uma porta aberta com um chávena de café quente á minha espera, só ao fim de algum tempo notei que já o fazia há vários minutos sem qualquer êxito. Achei o facto estranho, mas não me importei muito com isso. Estava muito frio, daquele que quase que corta, mas não desisti; Continuei a andar, determinado na minha missão. Não sei quando aconteceu, mas a ideia que tinha do café evaporou-se completamente da minha cabeça. Andava já por andar, mas agora com vontade, como se a minha missão agora fosse andar, apenas andar. Algo me impelia a continuar, a cada passo, como se uma força invisível me puxasse para a frente. Durante o percurso, andei e perdi-me por pequenas ruas de pequeno comércio que se achavam desertas àquela hora e eu, tendo apenas por companhia os inúmeros painéis publicitários que iluminavam de várias cores o empedrado das calçadas, não cheguei sequer a preocupar-me com o aonde é que iam desembocar. Passados mais ou menos 30 minutos, sentei-me por fim numa enorme praça completamente vazia de gente e fumei um cigarro. Estive ali, a admirar o “nada”, a sentir o “nada”, admirando o silêncio e a simplicidade daquele momento e, embora estivesse a tiritar de frio, aquele, de todos, era o lugar mais acolhedor para se estar.
Sem pressa retomei o caminho de volta para o hotel e, quando já desistira de pensar no assunto, o tal cafezinho aberto que eu tanto tinha procurado há uma boa hora atrás, surgiu ali, a uns meros 50 metros do hotel…

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

- Say Cheese!!!

Cada vez mais se sorri menos. Não me interpretem mal! O trejeito da face que produz o sorriso efectivamente está lá, mas ele, o sorriso, o verdadeiro neste caso, nem sequer teve intenções de aparecer. O sorriso autêntico, aquele tal espontâneo, é já coisa rara, um “animal” em vias de se tornar extinto. Poderia enumerar aqui as mais variadíssimas razões que, imagino eu, explicariam este triste fenómeno mas, pelo menos por agora, não me apetece. Quero aqui apenas levantar uma questão que, pelo menos para mim, é importante. Tenho para mim que o mundo está mais falso, mais feito de “papel”, porventura muitas vezes "representado" recorrendo a “imagens de fotografia” onde apenas, e apenas porque nós o queremos assim, a imagem "visual" é captada e estampada para “inglês ver”. Anda tudo ao contrário; Reparem: Sorrimos quando queremos chorar e choramos quando queremos sorrir, isto com as mais diversas variações, dependendo, claro, do que o "cliente quiser" sem efectivamente ter que o pedir. Estamos cada vez mais presos á percepção do que queremos e do que julgamos quererem que seja visto na nossa cara e, dessa forma, distanciamo-nos mais e mais da realidade, da verdade, da nossa, pelo menos. Somos artistas de palco, actores profissionais com um papel a representar perante nós mesmos e perante os olhos e os olhares dos outros, sem nos importarmos muito com isso. Importante mesmo é o parecer, mesmo correndo o risco de nós mesmos “desaparecermos.” Fazemo-lo bem e com arte, com engenho e, infelizmente diga-se, com muito esforço. Depressa se torna um estilo de vida e, porque não, a melhor forma de se estar perante o mundo, ou pelo menos acreditamos que assim é. Sim, mais vale julgarmo-nos antes mesmo de sermos julgados pelos outros! (não vá o diabo tecê-las e cair-nos a mascara que demorou tanto tempo a pintar prá fotografia!). Somos mais de plástico, mais de papel de fotografia, mais de tudo e de qualquer coisa, menos de nós próprios, tudo em nome do…….. quê mesmo?

terça-feira, 9 de novembro de 2010

- Contabilidade

Hoje dei por mim a fazer contabilidade. Não á do dinheiro e das contas para pagar, mas a outra coisa completamente diferente. Dediquei-me á contabilidade de casamentos. Sim, de casamentos. Com um lápis e uma folha de papel na mão, fiz contas (mais ou menos por alto) às festas de casamento em que estive presente como músico de serviço. Feita a soma, o sarrabisco que coloriu a folha de papel pintou um número com dois zeros á frente. Para terem uma ideia, foram algumas largas centenas. Depois de feitas estas contas, calculei, também por alto, quantas pessoas é que até á data de hoje me viram actuar. Alguns milhares, atirei eu sem me preocupar muito com margens de erro. Quantas devem ter gostado de me ouvir? Centenas? Milhares? Talvez milhares, escrevi à vontade. E por aí fora. Fiz contas a tudo, desde os lugares que conheci, às fotografias em que posei, aos vídeos em que compareci, enfim… de tudo.
Depois de feitas tantas contas, e já um pouco cansado, fiz a pergunta mais importante de todas: Em quantas destas festas me diverti? Em quantas destas festas eu estive realmente de corpo e alma? Não demorei mais de dois segundos a aparecer com a resposta na ponta do lápis: Em todas. Absolutamente todas. Independentemente desta ou daquela chatice, deste ou daquele percalço. Sempre, sem excepção, fui feliz.
Para que saibam, considero-me parte “daqueles poucos” que podem dizer que ganham (parte) da vida a fazer aquilo que realmente amam e que, ainda por cima, são bem pagos por isso. Apesar de todo o trabalho (árduo) que envolve esta actividade, sempre me senti assim… um abençoado por o ter. Desde cedo fui puxado para ele, mesmo estando convicto que não seria por “ali” o caminho; Acredito que todos seguimos um plano, uma “estratégia” bem arquitectada por “alguém”, e a mim, com alguma “sorte” á mistura, tinha que me sair logo isto, a música, a minha paixão.
Mesmo com o “campeonato” a meio e com a hora de fecho de contas ainda longe, não posso deixar de reconhecer (mesmo sem recorrer á calculadora) que a minha “dívida” para conTigo é de largo valor. Mas, mesmo nesta vida, saldaremos contas…
Estou-Te muito agradecido, é o que Te posso dizer por agora. Ao que poderei fazer por Ti no futuro, ou ao que poderei construir e realizar em Teu nome, só o tempo o dirá….
Mas promeTo-Te que o farei.
Obrigado

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

- Sabes ou Não?

Sabes sempre qual a melhor direcção a seguir?

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

- E lá (só) vão 3!

Já referi aqui algumas vezes o facto de detestar andar longe de casa. Já vai para três semanas que estou “residente” em Cascais, com intervalos, claro, apenas aos fins-de-semana para ir visitar a minha “vida” e os compromissos do costume. Mas não! Não estou cá de vez! Dasse! Mas, e para mal dos meus pecados, já cá ando há demasiado tempo, e sim, ainda há mais demasiado tempo para vir… pelo menos até meio de Dezembro. Depois de três semanas passadas, a sensação que hoje estou a experimentar, aqui, neste quarto impessoal onde me encontro, é uma sensação que há muito não experimentava: A solidão. É… Faz tempo que não me sentia assim tão só, tão “abandonado”, apesar de estar rodeado de dezenas pessoas durante o dia. Mas acho que o “problema” se agrava mais noite…. Enfim, provavelmente já não sei como dormir sozinho. (E antes que se ponham a inventar ideias, digo-vos já que esse é um problema sem solução) (risos). A minha mulher, antes da minha partida para cá, costuma dizer-me que aqui em Cascais, sozinho, irei ter muito mais tempo para mim. “Tempo de qualidade” diz ela. Diz-me que terei mais disponibilidade para ler, mais tempo e concentração para o meu Reiki, mais tempo para escrever no meu blogue, mas olhem… confesso que ao longo destas três semanas não tenho tido paciência para nenhuma dessas coisas, (nem mesmo para este texto que escrevo agora a correr) (risos). Só me apetece mesmo é dormir para que o dia de amanhã chegue mais depressa. Quanto mais depressa chegar, mais depressa estou de volta a casa!
Bem… são 23:20 e está mais que na hora de me agarrar á almofada!
Até Amanhã!

domingo, 24 de outubro de 2010

- Tempo

És tu que geres o teu Tempo, ou tens alguém a
geri-lo por ti?

domingo, 17 de outubro de 2010

- Corpos Etéreos

Deveríamos olhar mais á nossa volta. Ver quem lá anda. Ver quem são e o que são, o que pensam, o que sentem e, mais importante, sabermos o que na verdade sentimos a relação a elas. Está na hora de promovermos o relacionamento humano, de esquecermos essas tantas diferenças justificadas (ou não!) que nos afastam cada vez mais uns dos outros. Está na hora de deixarmos de ser “etéreos” aos olhos daqueles que, directa ou indirectamente, fazem parte da nossa vida. Certamente que em cada dez que transformemos em “carne e osso”, pelo menos um se  hà de “aproveitar”, e isso fará toda a diferença…

                                                                                (A continuar…)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Longe de Casa

Como fiel nativo de caranguejo que sou, não aprecio nada ficar longe de casa. Se é em férias, tudo bem, “espectáculo!!!”, agora… em trabalho, ó meus amigos! Detesto! É… esta semana, na outra, na próxima também e, -isto se eu tiver mesmo muito pouca sorte- também na outra (ufa!), andarei por estas bandas, por esta longínqua zona de Sintra. É, eu sei, isto até é bonito e coisa e tal, mas é assim… a minha casa é a minha casa, e as minhas coisas, são as minhas coisas. Ponto. Bem, tudo isto para vos dar a desculpa ― que funciona também de justificação para mim próprio ― do porquê de andar um pouco desligado cá do cantinho, deste meu cantinho que tanto gosto de “cultivar”.
Mas vou tentar cá passar de vez em quando, quanto mais não seja para me lamuriar (uma e outra vez) do facto de andar longe de casa, coisa que detesto, sabiam? … (risos).

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

- Olha...

Ainda reparas nas cores da Vida?

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

- Raspanete de Deus

Nunca lhe perguntei, pelo menos assim de “lata”, mas penso que Ele desconfiou sempre das minhas reais intenções durante as inúmeras conversas que temos mantido quase diariamente. Resisti sempre, confesso, mas cada vez mais, acredito, penso que está a chegar a hora de Lhe fazer “a pergunta” cara a cara. E vai ser num destes dias. Então, de que falo? Falo de religião e, mais concretamente, da religião de Deus. Afinal, ― e esta é a questão que Lhe quero colocar pessoalmente ― qual é a verdadeira religião de Deus? No meio de tantas e de tão diferentes que existem espalhadas pelo globo, qual será a “tal” que Ele reconhece como Verdadeira, como Sua? Será Ele católico ou Testemunha de Jeová? Será que Ele é o próprio Buda ou o Alá em “pessoa”? No “Quê” ou em “Quem” Ele acredita que se aproxima mais de Si e da Sua Vontade? É, quero saber a Sua resposta pela sua própria boca, e menos do que isso, é mais do mesmo. Estou cansado dos discursos de venda que têm feito em Seu nome recorrendo sempre a nomes diferentes. Porquê? Não é por pura curiosidade, acreditem, mas sim pelo facto de eu próprio andar perdido no emaranhado destas “teias religiosas”, em que todas elas reivindicam a própria “Verdade Absoluta” e eu, claro, prá aqui sem saber para onde me virar! Espero que Ele não me leve a mal, mal era, pois Ele sabe que acredito e sempre acreditei N´Ele, caso contrário não falaria sozinho para uma parede! Preciso dessa resposta para saber por que lado devo torcer, que “equipa” devo apoiar, qual o partido que não devo julgar e criticar para não cair em pecado. Por favor, alguém está disposto em me adiantar a resposta? Quem de vós me ajuda a poupar-me de levar um “raspanete divino” por querer saber demais? Pois… ficarei á espera. Em conclusão, quero-vos dizer que Sou um apoiante do BEM, um Ser de Luz, mas, pelo menos para algumas religiões, isso não basta porque, segundo “eles”, tem que existir uma “ideologia” além da importância da “pessoa humana” ou um “bem divino” em jeito de “Causa Suprema” para sabermos por “que” estamos a lutar; Damos assim a ideia que a Humanidade é apenas uma causa secundária a preservar, sendo o “invisível” o mais importante… Costumo dizer a mim próprio, e agora também o digo a esses “filiados”, o seguinte: Costumo travar as minhas lutas em nome do “Bem Comum”, e isso para Ele é o bastante, mas para nós, simples humanos, isso está longe de ser “Verdade”…

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

- U2 360º

"Um concerto de Rock pode mudar o Mundo..."

                                                                                                                                                                                                "Bono Vox"

domingo, 26 de setembro de 2010

- Aparências

Confias sempre em tudo aquilo que "comes"?

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

"O Corpo (ás vezes) Mente"

Gostava mais de aparentar ser aquilo que realmente sou e de ser menos aquilo que aparento ser, em algumas ocasiões, claro. Para que saibam, não me considero um cínico mas, de quando em vez, dou comigo a julgar-me, a penitenciar-me por algo que disse ou que fiz e que, nem de longe nem de perto condiz com a verdade, pelo menos aquela que trago comigo. É. Gostava de ser mais transparente, de mais fácil “leitura”, pelo menos para aqueles que me são importantes e que, muitas vezes, “levam” com a face do meu “outro” na cara. Embora esta “explicação” roce a ideia da “desculpa”, ela pretende ser tudo menos isso. Sei o que sou, sei quem sou, e quem não “quiser”, olhem, que não me ature. Não carrego arrependimentos às costas do que disse ou podia ter dito a este ou àquele, seja ele mais próximo ou mais afastado do peito. É pena, mas é a mais pura das verdades. Sou da opinião que devemos assumir os nossos erros, mas não devemos andar com eles atrás como um peso morto a empestar-nos o ar…. Esta forma de estar, (retomando agora um pouco o fio á meada) penso que não é mais que uma questão de hábito, mau neste caso. Habituei-me demasiado ao “espírito crítico”, ao espirito do "deita abaixo" quando vejo um fresta que seja, isto um pouco talvez por “defeito profissional”.... não sei. Sei que me tornei demasiado “picuinhas”, exigente com os outros, demasiado exaustivo na argumentação de um “ponto”, mesmo quando esse “ponto” é completamente irrelevante. Ponho-me sem razão na posição de rei e senhor da verdade mesmo quando estou completamente errado. Deixei de ouvir, e pior, deixei também de escutar. Costumava ser tão bom nisso, tão sensível a isso… Cheguei á conclusão que não o faço para “parecer mais” do que aquilo que sou mas, efectivamente, é isso que aparenta, inclusive quando me revejo ao espelho. É uma imagem demasiado dura essa que hoje vejo. É uma imagem que eu quero acreditar ser mentira, pois acredito mais na minha “essência”. Sei que sou muito boa pessoa, de bem com a vida e com os outros. Sei também que sou tolerante e compreensivo, e de egocentrico não tenho nada…
Então por que raio é que aparento ser exactamente o contrário?
É... o corpo ás vezes mente...