
Quando dormimos, essa inevitável consequência deveria ser travada, anulada. Afinal, envelhecer é sempre o futuro de quem vive, mas, quando se está de papo para o ar, a ressonar, estamos realmente a viver? Estamos realmente a fazer parte do movimento que gera a vida? Não será o sono uma forma de escaparmos ao inevitável efeito envelheçador da carne e do espirito visto estar-mos em modo "pause"? O sono, dizem os entendidos, cura alguns males; fala-se já hà alguns anos na terapia do sono, com alguns medicamentos á mistura para que ele seja de qualidade... Claro que quando morrermos, o sono será para sempre um estilo de vida, e a cura para o efeito envelhecedor...eterna.